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quinta-feira, 18 de junho de 2015

Ideologia de Gênero (O Paradoxo da Igualdade)

A Noruega já percebeu a falácia da ideologia de gênero.



Nosso comportamento, inclinações e desejos não são somente frutos da cultura, há características biológicas inatas que também derterminam quem somos.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Curiosidades: Makashikan (Grande Cessação e Contemplação)

Título em português: Grande Cessação e Contemplação
Título em japonês: Ma-ka-shi-kan
Título em chinês: Mo-ho-chih-kuan

20 fascículos
Explanado por Chih-i (jap. Chigi)
Referência no cânone: T.1911

Um dos chamados 'Três Maiores Trabalhos da Escola T'ien-t'ai' (v. nº72), esse trabalho é a compilação de preleções dadas por Chih-i, o fundador da Escola T'ien-t'ai chinesa, registrado por seu discípulo Kuan-ting (jap. Kanjō) e é também conhecido como Tendai Makashikan (ch. T'ien-t'ai Mo-ho chih-kuan) ou simplesmente Shikan. Contém a exposição basilar dos métodos de prática empregados na escola T'ien-t'ai e descreve os métodos de prática para observar claramente a essência da mente. É dividido em 10 capítulos, mas está incompleto, faltando dos capítulos 8 ao 10. Contudo, é um trabalho que tem exercido considerável influência no desenvolvimento tardio do Budismo na China e Japão.
Estando baseado na própria experiência e prática religiosa de Chih-i, esse trabalho é considerado de particular alta estima e é, de fato, graças a tal tratado que Chih-i é visto como um dos maiores líderes budistas da história do Budismo chinês.

Recolhido e traduzido de 大藏經入門 (Introdução ao Cânone Budista), p.166, 167

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Você pode ler a introdução desse tratado totalmente em português e também de outros textos importantes em:

NOTA: o nome Chih-i T'ien-t'ai também pode ser encontrado grafado como Zhiyi Tiantai.

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Curiosidades: Sutra do Coração

Título em português: Sutra do Coração da Perfeição da Sabedoria
Título em japonês: Han-nya ha-ra-mit-ta shin-gyō
Título em chinês: Pan-jo po-lo-mi-to hsing-ching
Título em sânscrito: Prajñāpāramitā hṛdaya sūtra

1 fascículo
Traduzido por Hsüan-tsang (jp. Genjō)
Referência no cânone: T.251

Este sutra, conhecido como "Sutra do Coração" e famoso no Japão por seu título abreviado "Hannya Shingyō", consiste em apenas 262 caracteres na sua tradução chinesa e foi escrito de forma a condensar o conteúdo do vasto Mahāprajñāpāramitā sūtra e sintetizar o fundamento do conceito de 'vacuidade' de uma forma muito concisa. 'Coração' aqui significa 'a parte mais importante' e se refere à essência do que significa a prajñāpāramitā.

Dada a altíssima qualidade da tradução chinesa de Hsüan-tang, foi largamente usado como sutra para recitação meditativa no Japão. Além disso, é reconhecido como confiabilíssimo pela maioria das escolas budistas japonesas sendo recitado em seus serviços religiosos. é também o sutra mais popularmente usado na prática de cópia dos textos.

Embora seu conteúdo seja de grande profundidade, ele contém um largo número de termos básicos fundamentais das doutrinas budistas, sendo também adequado para uma introdução ao Budismo.

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Recolhido e traduzido de 大藏經入門 (Introdução ao Cânone Budista), p.26, 27.

Abaixo, uma bela versão musicada do texto em sânscrito deste sutra com legendas traduzidas em inglês.


domingo, 21 de dezembro de 2014

Curiosidades: Sutra do Lótus

Recebi um livro muito bacana que contém pequenos comentários sobre 139 textos budistas compostos na Índia, China e Japão. De vez em quando eu quero traduzir algum comentário interessante e compartilho com vocês. Hoje vai sobre o famosíssimo Sutra do Lótus, composto entre os séculos I AEC e II EC.

Um abraço!
Upasaka Pundarikakarna

"Sutra do Lótus [Branco] da Maravilhosa Doutrina"

Título em japonês: Myōhō Renge Kyō
Título em chinês: Miàofǎ Liánhuá Jīng
Título em sânscrito: Saddharma Puṇḍarīka Sūtra

8 fascículos
Traduzido por Kumarajiva
Referência no cânone: T.262

O "Sutra do Lótus", como é conhecido no ocidente, é um dos mais importantes de todos os sutras Mahayana e especialmente no Japão, onde é popularmente conhecido como Hokke Kyō, é altamente estimado desde que o Príncipe Shotoku incluiu um comentário sobre ele no seu conjunto de comentários sobre os três grandes sutras Mahayana.

É um trabalho de grandíssimo mérito literário, que possui várias partes em verso e várias parábolas, mas ao mesmo tempo conquistou um papel de desfecho na história do Budismo por possuir uma qualidade superior de conteúdo filosófico. O conceito de "Veículo Único" especialmente, que interpenetra todo o trabalho, exerceu imensurável influencia no Budismo japonês.

É dividido em 28 capítulos, dentre os quais, o capítulo XVI, 'A duração da Vida do Tathagata' (sct. Tathagatayus-pramana-parivarta XV), é especialmente importante pela sua eulogia de Śākyamuni como corporificação da vida infinita que atingiu a iluminação suprema e insuperável num remotíssimo passado. Dentre as numerosas parábolas, a dos três tipos de carros e a casa em chamas, do homem opulento e seu filho pobre, dos três tipos de ervas medicinais e os dois tipos de árvores, da cidade fantasma e da terra do tesouro são especialmente famosas. Além do capítulo XXV, 'O Portal Universal do Bodhisattva Avalokitesvara' (sct. Samantamukha-parivarta XXIV), que descreve as bem aventuranças do Bodhisattva Avalokitesvara, foi difundido na China e no Japão também como um sutra independente e é recitado até os dias de hoje.

Também é bem conhecida a recitação - ou daimoku -, da Escola Nichiren, no Japão e vertentes relacionadas, que consiste na invocação na-mu, adicionada do título japonês do sutra, resultando em Na-mu-myō-hō-renge-kyō.

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Recolhido e traduzido de 大藏經入門 (Introdução ao Cânone Budista), p.29-31.